Batom para bochechas rosadas
Como o blush é o nó deste blog, é o ponto central, um signo da Filomena que existe dentro de nós, vou falar do blush que eu uso. Me sinto tão ridícula... mas me permito dizer!
Bom, não sei onde coloquei meu blush, blush mesmo. Mas tenho um batom maravilhoso! de uma marca popular. É um bem vermelho que dá um ardidinho na boca.
Aos sábados em que resolvo sair e me produzir um pouquinho, utilizo a arte ensinada pela minha mãe. Substituo um belo batom pela maquiagem tradicional que deixa nossas bochechas rosadas. Como antigamente, eu poderia passar palel crepom molhado. Ou então, dar uns tapinhas na maçã do rosto. Mas não duraria muito e, além disso, o "pó de arroz" impediria de aparecer a coloração "natural" da bochecha estapeada. Sendo assim...
Espalho um cadinho daquele batom vermelho maravilhoso nos dedos e passo nas bochechas, um pouco no nariz e queixos e até na testa, que é para as pessoas saberem que estou viva, corada.
Feio né?
Juro: Vou achar meu blush!!
Por Dafne Spolti
Exagerando no Blush...
Como os movimentos da Terra, circular e giratório, nossos pensamentos se liquidificam e nos impulsionam feito roda. Este ciberespaço é circo e lar por onde trafegam pensamentos mestiços de moda, arte e cultura, sempre em espiral.
domingo, 27 de março de 2011
Mudo
Mudo a todo instante por temer as formas estáticas:
Luto contra moinhos de vento;
Defendo meus sonhos de armadilhas-buracos-de-coelho;
Guerrilho na escuridão das cavernas com espelhos de Narciso,
Mas todo texto é uma constante repetição de palavras...
E me perco em fios de Ariadne.
Falo além das palavras, para somente surda, ver melhor.
Ainda assim, como compreender o visível não-dito.
Andrea Portela (02/2011)
Luto contra moinhos de vento;
Defendo meus sonhos de armadilhas-buracos-de-coelho;
Guerrilho na escuridão das cavernas com espelhos de Narciso,
Mas todo texto é uma constante repetição de palavras...
E me perco em fios de Ariadne.
Falo além das palavras, para somente surda, ver melhor.
Ainda assim, como compreender o visível não-dito.
Andrea Portela (02/2011)
quinta-feira, 24 de março de 2011
Vivências
Por: Silvia Vitória
Vivência 1: Desapego
.
Pergunta: Como posso impedir que uma gota de água jamais seque?
Resposta: Atirando-a no mar.
…
FONTE: Samsara, 2001 (o filme). Direção: Pan Nalin
Eu, conversando comigo mesma:
.
Pergunta: E como posso obtê-la de volta?
Resposta: Não a distinguindo de outras.
…
[23/03/2011 – 7h45]
Vivência 1: Desapego
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Pergunta: Como posso impedir que uma gota de água jamais seque?
Resposta: Atirando-a no mar.
…
FONTE: Samsara, 2001 (o filme). Direção: Pan Nalin
Eu, conversando comigo mesma:
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Pergunta: E como posso obtê-la de volta?
Resposta: Não a distinguindo de outras.
…
[23/03/2011 – 7h45]
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